Operação assistida é diferente de operação automatizada
Existe uma ansiedade comum para fazer tudo rodar sozinho. Só que boa parte dos fluxos de maior risco não deveria ser totalmente automatizada de saída.
Operação assistida é um meio-termo valioso. Em vez de executar tudo, a tecnologia prepara, resume, classifica, aponta risco e acelera a análise humana.
Isso costuma ser mais seguro e mais eficiente em processos que ainda estão amadurecendo, principalmente quando há impacto financeiro, contratual ou reputacional.
A empresa aprende melhor assim. Primeiro entende o padrão, mede o ganho e identifica exceções. Depois decide se vale aumentar autonomia.
Pular essa etapa pode até parecer mais ousado, mas normalmente custa mais caro quando surge erro em produção.
Assistir bem já gera bastante valor. E, muitas vezes, é exatamente o estágio certo para a realidade da operação.